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Deputado Flaviano Melo
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Emenda de Flaviano beneficia pacientes de reabilitação |
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Deputado destina R$ 100 mil para atender acreanos e pessoas de outros estados em hospitais da Rede Sarah
Pacientes do Acre que precisarem de atendimento na área de reabilitação serão amparados no Distrito Federal. E o maior importante. O tratamento será assegurado na Rede Sarah, uma das maiores do mundo em reabilitação, graças à atuação do deputado Flaviano Melo (PMDB-AC). Durante a elaboração o Orçamento 2010, Flaviano destinou, por meio de destaque de uma emenda individual, a quantia de R$ 100 mil para a Rede Sarah.
A rede possui hospitais em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Macapá, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís. Todas as unidades oferecem o mesmo padrão de atendimento. Atualmente, os hospitais Sarah atendem mais de 1,5 milhão de brasileiros por ano. Os hospitais da rede não atendem urgência, emergência nem pronto socorro. Esses serviços são de responsabilidade dos hospitais estaduais ou municipais.
Ontem, a ação de Flaviano em favor do Sarah foi reconhecida. O deputado do PMDB do Acre recebeu ofício de agradecimento de Aloysio Campos da Paz Júnior, cirurgião-chefe da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação. Paz Júnior elogiou a atitude de Flaviano.
Lembrou que, mesmo sendo de um Estado carente de recursos financeiros, “o deputado Flaviano Melo teve a sensibilidade de destinar um pouco das verbas de suas emendas para a Rede Sarah”. A verba destinada por Flaviano ajudará a atender a pacientes do Acre e de outros estados brasileiros com problemas de reabilitação.
http://twitter.com/flaviano_melo
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Flaviano é prestigiado em jantar do PMDB |
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Deputado Flaviano Melo é elogiado pelas lideranças nacionais do PMDB por sua atuação em defesa do Acre
BRASÍLIA – É cada vez mais intensa e forte a relação do deputado Flaviano Melo (PMDB-AC) com os dirigentes nacionais do partido e os ministros do PMDB que compõem o governo federal. Exemplo disso pode ser constatado durante o jantar oferecido pelas lideranças do PMDB na casa do deputado Eunício Oliveira (PMBD-AC).
O encontrou reuniu, além do anfitrião Eunício, dois ministros peemedebistas, Reinhold Stephanes (Agricultura), e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), o presidente da Fundação Nacional de Saúde (FNS), Danilo Fortes, e o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-AC).
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AC), e o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), também estiveram presentes ao encontro. Durante o jantar, Flaviano Melo foi bastante elogiado pelos líderes nacionais do PMDB pela sua atuação em defesa do referendo do fuso horário no Acre, aprovado no mês passado na Câmara e no Senado.
As manifestações de apoio a Flaviano, que já foi governador e senador pelo Acre, demonstram por si só o prestígio que o deputado acreano goza juntos às aos principais líderes do partido no Congresso Nacional. Tal situação mostra que os pleitos em favor do Acre terão sempre aval do partido, a exemplo do que acontece com o projeto do referendo do fuso horário.
Em novembro, a pedido de Flaviano a Henrique Eduardo Alves o projeto seguiu direito para votação em plenário, onde teve votação acachapante, apesar das manobras da bancada da Frente Popular do Acre. O entrosamento com os líderes nacionais facilitam o andamento dos pleitos de autoria de Flaviano Melo em favor do Acre.
http://twitter.com/flaviano_melo
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A hora é do povo |
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A Constituição cidadã, como chamou Ulysses Guimarães ao promulgá-la em 1988, incorporou um avanço importante ao estabelecer em seu Artigo 14 três formas de exercício de democracia direta – plebiscito, referendum e iniciativa popular.
Aos poucos estas inovações vão sendo utilizadas no país, vencendo de um lado a resistência daqueles que atuam isoladamente, achando-se donos da vontade popular e, de outro, certa inércia da sociedade que ao eleger seus representantes no parlamento tende a descansar em relação aos próprios interesses. Diferentemente do plebiscito que antecede e serve de base para a futura Lei, e da iniciativa popular que é a proposição de uma Lei, o referendo é um processo de julgamento da eficácia e da adequação de uma Lei em vigor. Pelo referendo a sociedade pode revogar leis e assim afirma-se acima do legislador, afinal, como diz a própria Constituição, o poder emana do povo. Foi o que aconteceu, por exemplo, no dia 23 de outubro de 2005, quando o eleitorado brasileiro respondeu, através da urna eletrônica, se o comércio de armas e munições devia continuar existindo no país ou, ao contrário, se esse comércio devia acabar. A proibição do comércio de armas já constava no Estatuto do Desarmamento (lei 10.826/2003), mas somente com o referendo esse ponto da lei teria validade. É o que acontecerá em 3 de outubro de 2010 no Acre, quando o eleitorado responderá se o horário antecipado em uma hora por uma Lei de autoria do senador Tião Viana continuará vigorando ou não. Em democracias mais consolidadas a participação direta da população em processos legislativos é comum. Juntamente com as eleições que levaram Barack Obama ao poder nos Estados Unidos, os eleitores votaram 163 referendos. Na Califórnia, por exemplo, foi autorizada a criação do maior centro de pesquisas de células-tronco do mundo. O referendo que acontecerá no Acre em outubro próximo é o primeiro ocorrido no Brasil em nível estadual (os outros dois foram em nível na-cional). Mais uma vez os acreanos darão ao país um verdadeiro exemplo de democracia e dirão nas urnas o que pensam e o que sentem em relação à modificação do seu ritmo de vida, decorrente da mudança de horário que aconteceu sem nenhuma razão defensável. Definitivamente, o acreano não aceita imposições. O exercício da democracia direta é um fortíssimo elemento de estímulo à participação da sociedade. É também um processo educativo à medida que põe em debate questões que dizem respeito ao seu dia-a-dia e que pela postura autoritária de determinados políticos são tratadas desrespeitosamente de cima para baixo. No caso acreano não é demais dizer que em 2010 a hora é do povo. http://twitter.com/flaviano_melo |
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Acre decidirá fuso horário na eleição de 2010 |
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Projeto do deputado Flaviano Melo (PMDB-AC) dá direito ao acreano de decidir se aceita ou não o horário imposto pela Lei 11.662. O referendo será realizado concomitantemente com as eleições de 2010
BRASÍLIA – O acreano poderá, finalmente, decidir se aceita ou não a mudança de fuso horário imposta pela Lei nº 11.662. A lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduziu de duas para uma a hora do Acre em relação a Brasília. Ontem, o Senado aprovou o projeto do deputado Flaviano Melo (PMDB-AC), que dá ao acreano o direito de decidir a mudança do fuso por meio de um referendo. O texto vai agora vai à promulgação, uma vez que já havia sido aprovado pela Câmara. O referendo é uma forma de consulta popular sobre um assunto de grande importância, na qual o povo manifesta-se sobre uma lei após esta estar constituída. É o caso da Lei 11.662, que mudou a hora oficial do Acre. Por meio do referendo, o cidadão apenas ratifica ou rejeita o que lhe é submetido. É isso que o acreano fará nas eleições de outubro de 2010 com relação ao fuso horário, graças à atuação parlamentar do deputado Flaviano Melo. Ano passado Flaviano Melo apresentou o projeto para assegurar ao acreano a participação democrática no refreendo e, assim, decidir sobre um assunto que interfere diretamente no seu cotidiano. Flaviano entende que a mudança de horário no Acre provocou prejuízos para a população. Para corrigir o erro provocado pela lei, o deputado Flaviano Melo fez valer um dispositivo constitucional. Fez o projeto de decreto legislativo, por meio do qual o eleitor do Acre poderá ser consultado sobre a conveniência e a oportunidade da alteração. O referendo deverá ser realizado concomitantemente com a eleição do próximo ano. Cada eleitor responderá "sim" ou "não" à pergunta: "Você é a favor da recente alteração do horário legal promovida no seu estado?". Agora, com o referendo aprovado, a Justiça Eleitoral fará campanha institucional nos meios de comunicação de massa para orientar a população a respeito do referendo. Manifestações contrárias e favoráveis contarão com o mesmo espaço e tempo idêntico. O referendo será considerado aprovado ou rejeitado por maioria simples, de acordo com o resultado enviado pelo Tribunal Regional Eleitoral(TRE) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que homologará a decisão. Pelo projeto de Flaviano, a consulta acontecerá concomitamente com as eleições de 2010, ou seja, além de escolher seus representantes, o acreano decidirá se quer ou não a hora imposta pela Lei 11.662. O fuso horário do Acre e de parte do Amazonas e parte do Pará foi alterado por iniciativa do senador Tião Viana (PT-AC). Flaviano considerou um erro grave o fato de Viana não ter consultado a população sobre a mudança. – Acho que no fundo ele já admite que foi um ato antidemocrático. Mas isso é compreensível porque foi um ato de alguém que não teve a vivência de ter lutado pela democracia, disse Flaviano ao Blog da Amazônia, do jornalista Altino Machado. População foi surpreendida
O senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC), relator do projeto de Flaviano no Senado, avalia que a realização do referendo é uma medida democrática que interessa diretamente à população do Acre. Ele registrou que a população foi pega de surpresa pela alteração e que muitas pessoas manifestaram desconforto e o desejo de rever a supressão de uma hora no fuso.
– Depois de quase um ano de vigência, a população pode até ter se acomodado e estar achando que a alteração deve ser mantida. Mesmo que isso aconteça, ninguém deve suprimir o direito do eleitor de dizer claramente se quer o retorno ao horário tradicional, secular, ou se deseja manter o novo horário que a lei aprovou, afirmou Mesquita. Por sua vez, o senador Valter Pereira (PMDB-MS) registrou que a decisão interferiu diretamente na vida de toda a população do Acre e, portanto, o eleitorado deve ter o direito de votar se ela deve permanecer ou ser modificada. Ele registrou que apresentou projeto propondo plebiscito para que a população do Mato Grosso do Sul se posicione a favor ou contra a alteração no horário do estado. O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) também anunciou que está propondo a realização de um referendo para decidir se o Amazonas deve ou não permanecer com o horário alterado pela Lei nº 11.662. Ele observou que a situação ficou complicada com o novo horário e agravou-se mais ainda com a implantação do horário de verão. As regiões mais prejudicadas foram as do Alto Solimões, Alto Purus e Alto Juruá. http://twitter.com/flaviano_melo |
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Oposição derrota o PT na eleição em Feijó |
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Dindin (PSDB) está na frente da candidata do PT, Jaciara Rodrigues. A diferença é de mais de mil votos. A oposição avalia que eleição na cidade é o termômetro para as eleições de 2010
AGÊNCIA AMAZÔNIA
FEIJÓ, AC – Faltando apenas duas urnas para serem apuradas, o candidato do PSDB, Raimundo Ferreira Pinheiro, o Dindin, é o novo pefeito de Feijó, no Acre. Obteve 5658 votos (54,7%). A candidata do PT, Jaciara Rodrigues de Oliveira, aparece com 4672 (45,2%). Os dados são do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O processo eleitoral foi realizado depois que o ex-prefeito Juarez Leitão (PT), foi cassado por compra de voto. Mais de 70% dos eleitores (10.985) compaeceram à votação de ontem. As abstenções somaram 29,30% e os votos nulos 531. Um total de 124 eleitores votaram em branco.
A candidata do PT foi apoiada pela cúpula governo do Acre e caciques petistas, entre os quais o senador Tião Viana. Nem assim obteve a votação acachapante que os líderes da Frente Popular do Acre alardeavam. Já Dindin teve apoio das lideranças das opiniões no Acre, entre os quais o deputado Flaviano Melo (PMDB-AC). Para Flaviano, a eleição em Feijó é o termômetro para as eleições de 2010. O resultado final das eleições suplementares em Feijó deverá ser divulgado pela Justiça Eleitoral somente na manhã desta segunda-feira, 23. Isso porque os disquetes com os dados das urnas localizadas nas áreas de difícil acesso deverão chegar ao cartório da 7ª Zona somente amanhã. O material será transportado por um helicóptero cedido pelas Forças Armadas. A população da zona rural de Feijó corresponde a menos de 10% do eleitorado do município. |
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