| Convenção do PMDB acreano confirma partido na oposição | | Imprimir | |
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A convenção do Partido do Movimento Democrático (PMDB) no Acre, realizada no sábado (26), em sua sede regional, Com espírito otimista na vitória, os militantes afirmavam que a partir de 2011 poderiam ter “O Acre que queremos”. A frase é tema das diretrizes de governo elaboradas pelo partido e entregues por Flaviano Melo ao pré-candidato a governo da coligação, Tião Bocalom (PSDB), durante a convenção. “Entregamos formalmente as nossas diretrizes de governo do PMDB, O Acre que queremos. Isso foi fruto de uma discussão feita pelos técnicos e políticos com mandatos. Depois, ampliado por um debate com dois seminários, um em Cruzeiro do Sul e outro em Brasiléia, onde todos os municípios do Estado participaram e deram as suas contribuições. Para a nossa felicidade, o Bocalom confessou que ainda não tinha essas diretrizes e que será base das diretrizes do governo dele”, comemorou. Para Flaviano, a união com os demais partidos de oposição, foi o melhor caminho encontrado para o PMDB. “Advoguei, desde o começo, uma candidatura única das oposições. Os nossos candidatos proporcionais estarão nas ruas trabalhando suas candidaturas. No segundo turno, a grande maioria dos candidatos proporcionais não tem mais energia para ir à rua. É coisa para se decidir no primeiro turno. Procurei que a aliança tivesse o nosso candidato, o Rodrigo Pinto, na cabeça da chapa. Mas o Bocalom conseguiu arregimentar alianças e nós não. Não podíamos sair com uma candidatura única só com o tempo de TV do PMDB. Seria uma aventura que não é para partido político, mas sim para estudantes de DCE”. Bocalom, também com espírito otimista, prestigiou a convenção peemedebista e disse acreditar não só na sua eleição como dos candidatos ao Senado, Sérgio Petecão (PMN) e João Correia (PMDB) e de cinco deputados federais. Ele agradeceu a participação do PMDB na coligação afirmando ser de grande importância para vitória em outubro.
“Temos aqui os peemedebistas de todas as áreas. Especialmente pessoas que podem contribuir com o seu plano de governo. O prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales (PMDB), criou um inovação muito fértil que é a eleição direta dos seus subprefeitos. Uma ampliação da democracia. Temos duas vagas para o Senado e são dois os votos. Quem votar em apenas um da oposição mandará o outro voto para o lado de lá que já está machucando o nosso povo há muito tempo. Quem votar em apenas um dos nossos candidatos ao Senado estará dando o voto anti-acreano. O fundamental é que precisamos melhorar o nosso time de deputados federais para que os novos ares sejam capaz de nos indicar um caminho sereno. Nós estaremos unidos a vitória”, disse Correia. Com informações e fotos de A Gazeta, de Rio Branco (AC)
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